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Além da Sala de Aula





Bullying é um termo utilizado para descrever atos ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder. 

Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio e não só nas escolas, mas em festas, condomínios, etc. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos. A maioria das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida. (fonte: Wikipédia)

Porém, a desestrutura familiar, a falta de investimento na educação e a incapacidade da polícia de acabar com o tráfico de drogas, fazem do bullying uma doença social.

A prova disso é que os telejornais sempre mostram casos de alunos que atiram em professores, policiais que espaçam até a morte abusando do poder, professores que batem em alunos, grupos racistas que batem até matar nordestinos e gays. E o que é de praxe: alunos agredindo seus colegas física e moralmente. O que é ainda pior, pois a agressão psicológica não marca o corpo, mas a alma.

No Brasil, a gravidade do ato pode levar os jovens infratores à aplicação de medidas sócio-educativas. De acordo com o código penal brasileiro, a negligência com um crime pode ser tida como uma coautoria. Na área cível, e os pais dos bullies podem, pois, ser obrigados a pagar indenizações e pode haver processos por danos morais. 

A legislação jurídica do estado brasileiro de São Paulo define assédio escolar como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia. 

Mas sabemos que tais práticas transpassaram os portões da escola. Quando o bullying é praticado por um policial, por um colega da rua e até mesmo por parentes, de quem é a culpa? 

Estudiosos do assunto culpam a escola. Discodo dos doutores que se quer entraram numa sala de aula de periferia e não conhecem a realidade de quem vive na miséria em todos os aspectos. Seus títulos não os gabaritam para falar daquilo que eles nem de longe viram.

A função da escola é passar para os estudantes, além do que a grade curricular dita, conhecimentos para a vida. Valores éticos e morais. A educação primeira vem de casa. Mas que casa? A maioria não conheceu o pai e se o conhece, provavelmente é um desempregado que nunca teve o básico para sobreviver e vive à margem da sociedade.  A mãe, no mínimo semi-analfabeta, cheia de filhos, tem que trabalhar para colocar algum alimento dentro de casa. Como então ensinar valores morais e éticos a quem não foi dado o direito de ter o mínimo de dignidade para sobreviver? 

É injusto culpar os professores que vivem sobrecarregados de trabalho e ainda têm que fazer malabarismos para atrair a atenção de mais de 30 alunos por sala de aula.

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies (ou bulidores) sofram de qualquer déficit de autoestima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a autoimagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.

Para o tráfico, nada melhor que adolescentes rebeldes e inconformados com sua situação. Fica fácil seduzi-los. Com o sonho de ficar rico sem muito esforço e acreditando que logo conseguirão tudo que querem, muitos adolescentes entram para o mundo incerto do tráfico e lá perdem sua vida em busca de poder, dinheiro, status, fama, amizade e a falsa sensação de liberdade.

O que fazer para mudar esse quadro? Não adianta investir na estrutura das escolas se o professor é mal remunerado e mal preparado. Não adianta dar o “Bolsa Família” sem capacitar pais e mães para o mercado de trabalho. Bolsa Família é esmola e receber esmola não dignifica ninguém. Sem se sentir útil e digno o cidadão sente-se humilhado. Sentindo-se humilhado é normal que surjam cada vez mais usurários de droga, assaltantes de agências bancárias, sequestradores, estrupadores, etc.

A escola e o professor têm um papel fundamental no combate ao bullying. A escola precisa se transformar, adaptar-se à realidade e às demandas culturais atuais e atuar no sentido de prevenir e controlar o bullying, assim como outros comportamentos interativos impróprios e maléficos ao desenvolvimento, e não funcionar como um agente mantenedor do sofrimento psicológico dos envolvidos nessas situações. O governo, família e sociedade em geral, também precisam assumir que o problema que começou nos pátios das escolas, hoje está em qualquer local onde haja concentração de pessoas, em especial os jovens. Faz-se necessário que todos, dentro da sua realidade e possibilidades, busquem soluções práticas e imediatas para atenuar os casos de agressão dentro e fora dos muros das escolas.

 






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