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Como vencer as crises da família





Crises são situações muito delicadas que surgem, impõem o medo, insegurança, deixam pessoas e organizações vulneráveis. Para a família não é diferente, ela poderá ser acometida de uma crise financeira, problemas de infidelidade, desentendimento pelas mais variadas razões. Entretanto a única coisa que poderá nos impedir de vencer em meio às crises é o nosso próprio comportamento diante dos desafios que teremos ao vivenciar cada situação.

Assim a primeira coisa a ser feita diante de um estado de crise é tomar a decisão de como iremos encarar os fatos, ou seja, qual será o modo correto a se posicionar diante da crise? Este é um momento crucial em que não se deve agir com precipitação e ao mesmo tempo não se deve ser negligente com as ocorrências. Estes momentos requerem que as decisões sejam bem avaliadas, pois nelas reside o fator determinante para os resultados finais, onde sairemos vencedores ou vencidos.

          Nestas horas, e sempre, a família precisa assumir 100% a responsabilidade pela sua essência: acreditar contra todas as evidencias e mesmo diante de opiniões contrárias, que poderão vencer superar todas as dificuldades na força e união de seus componentes.

Em via de regra no mundo de hoje, em presença de situações criticas, não é raro o que se ver, pessoas deixarem de assumir este encargo, passa-se a culpar uns aos outros pelas circunstâncias e se esquecem de que em se tratando de família não existe individualidade; os resultados são frutos da semeadura e comportamentos do conjunto de seus membros.

Entendendo esta verdade, mudanças certamente começarão a surgir de acordo com o posicionamento, a maneira de ver a situação e para isto precisamos ter uma visão sistêmica onde o modelo mental dos membros, os sistemas de crenças, o modo de pensar, são fatores que trarão segurança para agir sobre as circunstâncias e muitas vezes torná-las até nossas aliadas para uma virada do jogo.

Assim dentre muitos outros princípios e ferramentas, quero proporcionar cinco passos para que as famílias não só vençam as crises, mas se tornem mais fortalecidas. 

1.Amor.

 No gerenciamento de crises familiar, logo nos vem à mente o caos estabelecido, as pressões existentes, os problemas que se multiplicam, a falta de diálogo que agrava cada vez mais as conjunturas que já são ruins.

 Todo processo de gestão de crises deve-se ter como foco o reestabelecimento da ordem, a restauração. 

     É preciso entender que não é possível restaurar nada sem buscar conhecer as características do modelo original, pois é olhando para o modelo original da família que encontraremos o caminho para a restauração que se busca e esta não se faz com ideias, ou métodos, mas sim conhecendo os princípios.

Um olhar para a origem deve trazer a lembrança do que foi o começo, relembrar os votos do matrimônio, a grandeza do amor que deu origem a família. Pessoas singulares entenderam que diante do sentimento de amor que nutriam, já não podiam viver um sem o outro, precisavam se unir e casar, constituir sua família e assim no exercício de seus direitos e deveres assumiram a responsabilidade de família e trouxe à vida os seus frutos.

Ocorre que ao passar do tempo, os problemas, dificuldades, temperamentos e outras adversidades, foram aos pouco ofuscando o amor. “o amor não morre, não trata mal, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, tudo sofre, espera...”.(I Co. 13)

Este sentimento tão sublime nasce da admiração que está presente no início de todas as relações, são pequenos gestos, hábitos, características, comportamentos, linguagem que leva a admiração e ninguém é capaz de amar o que não se admira. O amor não pode ser expresso, nem constituído apenas por palavras, mas por ações; daí é que cometemos os primeiros erros, pois deixamos de nutrir o amor com hábitos, gestos que podem ser até bem simples de se praticar, mas não praticamos e na contra mão da admiração vamos aos poucos descobrindo predicados ruins, falhas que censuramos, desprezamos, começaram a crescer sufocando a admiração.

O caminho para a restauração do amor é único! Que os pais e filhos busquem e criem a cada dia oportunidades para se admirarem cada vez mais, cultivem os gestos que nos leve a admirar, deste modo o amor nunca morrerá, florescerá todas as manhãs sempre nutrindo e fortalecendo não só o mais belo dos sentimentos, mas também o mais forte: O amor.

2.O nível do compromisso.

É o nível do comprometimento uns com os outros dentro de um desígnio que se quer alcançar. O nível do compromisso é grau de cumplicidade deste, assumidos por todos os membros da família, que precisam estar inteiramente empenhados nas decisões, sempre em prol do objetivo. Porém será preciso que este grau seja elevado em nível de igualdade no clã Familiar. Exemplo: Se diante das dificuldades apresentadas, um membro está inteiramente disposto a superar os conflitos, perdoar, seguir em frente, pois sabe que todos erram e que o mais importante é a vida da sua família no geral, (casal e seus filhos); entretanto outro já não está inteiramente com este nível de compromisso, já está jogando a toalha e se dando por vencido; então não há nível de igualdade.

     Desta forma será preciso, entre os que estão comprometidos, busquem meios para que haja transformação do entendimento da parte descomprometida, levando-se a entender que existem opções melhores do que desistir; que a falência familiar poderá trazer danos e consequências emocionais a se próprio e que podem até ser irreparáveis também a outras pessoas e membros da própria família e o melhor caminho é o comprometimento, pois não é possível em qualquer modelo organizacional, se sustentar e alcançar os seus propósitos sem um elevado nível de compromisso.

      As partes comprometidas não devem jamais desistir tão fácil da sua família simplesmente por que um elo está enfraquecido; fazer isso é mostrar descompromisso também, e pior estará sabotando o seu propósito. 

3.O nível da nossa aliança determina o nível da nossa conquista.

Havendo comprometimento, existirá aliança. A aliança não se trata de um anel, mas sim de um símbolo da unidade, é o elo de valor que representa mutualidade, liderança da família.

      A aliança traz proteção para a família, não expõe os seus nas horas de suas fraquezas diante de ninguém, ou contrário lhe defende, mesmo que não se possa concordar ou ser conveniente com os erros, mas atitude de defesa gera frutos do mesmo quilate. Desta forma os vendavais vêm e se vão, pois não acha lugar para se abrigar; os seus membros a protegem com “unhas e dentes”, lutam pela sua prosperidade, superação, e com isso a conquista se consolida, pois está determinado a ela o êxito.

4.Prevenção.

    A prevenção é uma das principais ferramentas para gestão de crises. Ela não tem só o papel de prevenir as crises, mas também precaver o alargamento que poderia acometer outras áreas sadias.

     Na família os membros têm que ver a prevenção como forte aliada na sustentação, proteção que se faz com cuidados básicos que vão desde a comunicação eficaz, os relacionamentos, investimentos e até mesmo as situações de intimidade do casal que em geral é fator a ser considerado uma forte ameaça para a existência da família.

5.A Origem:

 A origem da crise precisa ser determinada para se buscar a receita para a superação. Todas as crises de qualquer natureza estão sempre em duas raízes: Uma denominada raiz genérica penalizada como culposa e outra intencional da mesma forma penalizada com agravante de dolo denominada como dolosa. Na crise familiar a origem genérica culposa é aquela caracterizada pela natureza humana, que se manifesta constantemente na vida de todas as pessoas. Estas, muitas vezes levam os componentes da família a cometer erros, que elas mesmas não são capazes de controlar. Estes erros são mais comuns no dia a dia do que se pensa e passa na maioria das vezes despercebidos no desenvolvimento da comunicação, do trato, na negligencia dos deveres e direitos, são na verdade pequenos problemas que vão surgindo, na convivência de pessoas com temperamentos diferentes e permanecendo até que seja agravado ao quadro da crise. Todos os seres humanos erram nos seus relacionamentos, mentem e essas evidências são da natureza humana e em se tratando de família, esse tipo de erro está presente em todos os membros, são, portanto todos culpados ou por omissão ou mesmo descuido, entretanto são falhas compreensíveis de se entender, porém precisam de correção.

 A origem dolosa é inexplicável, traz além da culpa o agravante do termo dolo que pesa sobre o erro humano a intencionalidade de cometer o ato.

     Nas famílias os ressentimentos tanto da culpa quanto do dolo precisam ser analisados e tratados pelo bem comum de todos.

     Para a superação da crise familiar o erro doloso tem por necessidade vital se buscar o perdão da parte ofendida pelo arrependimento com mudança de atitude acompanhada, da construção de um novo comportamento que precisa ser gerado dia após dia evidenciando a restauração e o reestabelecimento da ordem na organização familiar.

 






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