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POR QUE AS ORGANIZAÇÕES DEVEM INVESTIR EM COACHING?


Fábio Rocha
Administrador de Empresas; Pós-graduado em Comunicação Social e em Gestão Integrada de Organizações; Mestre em Responsabilidade Social e Sustentabilidade pela Universidade Federal Fluminense – UFF; Coach; Leader Coach; Palestrantes em eventos, cursos, palestras e workshops em vários estados do Brasil; Consultor de organizações premiadas em Sustentabilidade e selecionadas como empresas-modelo em edições do Guia Exame de Sustentabilidade (COELBA, BRASKEM, entre outras); Idealizador e Coordenador do MBA de Gestão da Sustentabilidade e RSC pela UNIFACS; Professor do MBA de Responsabilidade Social da UFRJ e de outras especializações em vários Estados do Brasil. Diretor Executivo da Damicos Consultoria e Negócios – DCN. Aos 43 anos, Fábio Rocha se tornou um dos maiores especialistas em sustentabilidade e responsabilidade social do Brasil, tendo atuado em mais de 100 organizações públicas, privadas e não-governamentais e tendo realizado palestras em praticamente todos os Estados do Brasil para mais de 30.000 pessoas. A vivência que se iniciou em comunidades carentes, organizações não-governamentais e no poder público, nos últimos 10 (dez) anos passa a ser consolidada pela experiência em trabalhos de consultoria de gestão em grandes empresas que atuam no Brasil, inclusive algumas delas já reconhecidas como referência em sustentabilidade nas áreas de energia, química e construção pesada. É com todo este know-how que Fábio Rocha vem se dedicando a palestras e workshops, que tem como intuito desde alinhamento conceitual até a capacitação dos gestores, focando a temática da sustentabilidade e responsabilidade social corporativa, principalmente no que tange a como tornar a sustentabilidade algo intrínseco a gestão e a sua estratégia de negócio. Com assertividade, experiência prática e um carisma sem igual, estas atividades propiciam outro “status” a este tema dentro das pessoas, organizações e mercados, fazendo com que todos entendam que a verdadeira sustentabilidade é transversal a gestão e permeia todas as tomadas de decisões como risco e/ou oportunidade, não se limitando a sensibilidade com os problemas sociais e ambientais. Portanto, Fábio Rocha é daqueles palestrantes que tem habilidade de prender atenção dos públicos do mais variados, desde lideranças de “favelas” cariocas, gestores de ONG’S de Parintins (Festival dos Bumbas), estudantes de pós-graduação e diretores (as) de grandes empresas.



POR QUE AS ORGANIZAÇÕES DEVEM INVESTIR EM COACHING?

Com os a avanços tecnológicos surgiram modelos flexíveis de trabalho com atividades realizadas

remotamente, exigindo respostas cada vez mais rápidas, acrescidas da necessidade de alinhamento

dos resultados organizacionais, do planejamento de carreira e da qualidade de vida, em um cenário

com ampla complexidade, em que clima organizacional, perfil de liderança, necessidade de

autoconhecimento, desenvolvimento de novas competências e inovação são condições fundamentais

para o sucesso de uma organização.

Para ilustrar este cenário, apresentamos alguns elementos que traduzem o atual contexto

organizacional:

• Uma das maiores síndromes organizacionais é a chamada TCR – Transferência de Culpas e

Resultados;

• Algumas pesquisas mostram que 80% das pessoas se demitem por causa dos seus líderes

diretos ou chefias;

• A sobrecarga de trabalho leva as pessoas a se tornarem meros cumpridores de tarefas,

desaparecendo elementos (fatores ou ações) como inovação e criatividade no cotidiano das

organizações;

• Existem problemas cada vez maiores relacionados ao assédio moral, gerado por descontrole

emocional de líderes e liderados;

• O desconhecimento mais detalhado dos perfis dos líderes e liderados os colocam em

posições totalmente inadequadas, gerando resultados muito inferiores para a organização,

além de uma relação bastante desequilibrada entre os líderes e as suas respectivas equipes;

• Um dos maiores problemas das organizações atuais é a crise de valores;

• A indefinição de projetos de vida e de carreira amplia os conflitos com o projeto

organizacional.

A dinâmica organizacional impactada, muitas vezes, pela exiguidade de tempo disponível para

investir no autodesenvolvimento e no desenvolvimento das competências necessárias à formação de

equipes de alta performance, geralmente grandes, abrangentes e com perfis diversos, impõe

obstáculos à atuação do líder, colocando-o frente a dilemas que limitam o seu desempenho com

reflexos nas tomadas de decisões, entregas e nos relacionamentos interpessoal e institucional.

Portanto, os investimentos nas pessoas para que conheçam a sua identidade, avaliem o seu atual

perfil, desenvolvam novas competências e elaborem planos para enfrentamento sistematizado destes

desafios, precisam encontrar respaldo nas ações, técnicas, e, ou ferramentas aplicadas no campo da

gestão de pessoas.

Com base na citação de Mello, 1978, de que “toda mudança organizacional implica, em última

análise, em mudanças de comportamentos de indivíduos e/ ou grupos. Isto é, qualquer mudança

dentro da organização – mesmo que tecnológica estrutural ou administrativa – leva, necessariamente,

a algumas modificações de hábitos, atividades ou ações de pessoas”, deparamos com um contexto

onde os desafios são cada vez maiores, levando as organizações a buscarem alternativas que

viabilizem não só o desenvolvimento e ampliação das competências dos líderes como também as de

suas equipes.

E uma das soluções mais efetivas para este contexto, chama-se Coaching. Segundo, o precursor do

Coaching, Tim Gallwey: "Coaching é uma relação de parceria que revela e liberta o potencial das

pessoas de forma a maximizar o seu desempenho. É ajudá-las a aprender, ao contrário de ensinálas"

O coaching, hoje comprovadamente, apresenta-se como uma ferramenta de gestão adequada para

atender às demandas das organizações modernas, que se posicionam competitivamente no

mercado, e, que precisam dar condições às suas equipes para responder às demandas imediatas,

para se posicionar como os donos do negócio com visão de futuro, atitude proativa e empreendedora.

Ocorre que pela pouca difusão e conhecimento da ferramenta coaching, especialmente em nossa

região, muitas dúvidas ainda cercam o assunto. É uma espécie de treinamento? Um tipo de pósgraduação?

Uma técnica milagrosa capaz de levar o profissional a superar todas as carências de

performance em tempo recorde? É um embuste vendido como um processo que vai trazer sucesso à

vida de qualquer um?

Importante esclarecer que o Coaching é definido como um processo utilizado para facilitar a tomada

de decisão no momento de dilema na carreira profissional, apoiando o desenvolvimento, ou

ampliação de competências que levem o individuo ao alcance de suas metas e resultados pessoais

ou profissionais.

Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach

(profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o

cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazos, através da identificação e uso das

próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e a superação de suas

fragilidades

No processo de Coaching é essencial a criação de condições para que o Coachee tome consciência

das suas competências no contexto profissional/ organizacional, assuma a responsabilidade do

desenvolvimento de comportamento mais objetivo e eficaz, através da minimização de conflitos

internos, visualizar os seus pontos fortes e os pontos de melhoria, bem como definir ações para

minimizar ou eliminar os gap´s percebidos. Estas ações propiciam para o Coachee potencializar a

sua capacidade de mudança e resultados de alta performance, com economia de tempo e dinheiro.

Em nossa experiência como Coach podemos citar algumas Competências que os Coachees

apresentaram, mudanças essas que foram relevantes para a organização, mesmo durante o

processo de coaching:

• Ampliação das habilidades de comunicação e relacionamento com os seus clientes internos e

externos;

• Aumento da capacidade de liderança e sinergia de sua equipe;

• Ampliação da capacidade na administração das mudanças internas e externas da

organização;

• Aumento da autoconfiança e da autoestima;

• Conhecimento melhor a si mesmo; e,

• Definição clara dos seus objetivos e Visão assertiva do seu potencial e como explorá-lo em

prol dos resultados pessoais e organizacionais.

Embora existam pessoas de má fé ou desqualificadas, que se autonomeiam Coach, esta técnica é

bastante proveitosa, e, pode mesmo alavancar a carreira do profissional, independente da posição

que ele ocupa no mundo corporativo.

Ao decidir pela contratação de um Coach para a sua organização é fundamental fazer uma boa

seleção, buscar informações sobre o seu histórico de atuação, comprovar se o Coach fez formação

em instituição credenciada para desempenhar esta atividade ,e, o mais importante é solicitar ao

Coach comprovar a sua experiência com o atendimento em outras organizações, e, ou com

profissionais.

 






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