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Fofoca no trabalho. É melhor cortar o mal pela raiz


Bel Pesce

Bel Pesce, empreendedora e fundadora da FazINOVA, escola de empreendedorismo e habilidades, nasceu em São Paulo e desde muito pequena começou a traçar um caminho de sucesso. Aos 26 anos, já escreveu três livros, foi considerada uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil”, pela Revista Época, eleita um dos “30 jovens mais promissores do Brasil”, pela Revista Forbes, e entrou na seleta lista dos “10 líderes brasileiros mais admirados pelos jovens”, da Cia de Talentos. Bel estudou no renomado Massachusetts Institute of Technology (MIT), trabalhou em grandes empresas, como Microsoft, Google e Deutsche Bank, e morou no Vale do Silício, onde respirou empreendedorismo, liderou equipes e fundou empresas. Após sete anos estudando e empreendendo nos EUA, Bel voltou ao Brasil em 2013 e fundou a FazINOVA, sua “escola dos sonhos”.




Comentar a vida dos outros faz parte da natureza humana. Quando o papo gira em torno das coisas de trabalho, a tentação de espalhar uma novidade é enorme. O convívio quase diário e a intimidade que se estabelece entre os empregados é meio caminho andado para a proliferação do ti-ti-ti. Cabe ao empreen­dedor saber lidar com a si­tua­­ção antes que o disse me disse se espalhe como um rastilho de pólvora pelos corredores, derrubando a produtividade e a motivação da equipe.

Para começo de conversa, é preciso entender os dois tipos de fofoca que costumam circular no escritório. Cada um deles requer um tipo de posicionamento. O primeiro caso é o da boataria sobre os rumos do negócio. Ela acontece quando não há clareza nem transparência na comunicação da empresa.

Volta e meia ouvem-se burburinhos sobre corte de custos, fechamento de departamentos e demissões. Pouca gente consegue trabalhar direito em meio a essas especulações. Mas a verdade é uma só: quando não existem bons canais oficiais de comunicação, as trocas vão ocorrer informalmente — ou seja, na conversinha do café e na “rádio peão”.

O empreendedor deve ser transparente para minar a conversinha dos fofoqueiros. Reuniões periódicas para explicar as metas da empresa, mostrar balanços e compartilhar boas notícias costumam ser uma forma eficiente de manter a equipe unida e mais segura.

O segundo tipo de fofoca ocorre quando um colega de trabalho fala mal do outro. Já tive de lidar com esse problema. Certa vez, numa das empresas em que trabalhei, uma pessoa da minha equipe começou a criar intrigas. Ela ficava falando mal do comportamento de um colega para o outro. Pior: tentava disseminar a desconfiança no trabalho, espalhando comentários maliciosos sobre os companheiros.

Em resumo, ela inventava uma porção de mentiras. Foi péssimo. Quando todos perceberam o que estava acontecendo, cortei o mal pela raiz — demiti o fofoqueiro. Uma lição que tirei dessa história é sempre desconfiar de quem vive encontrando problemas na conduta dos colegas. Quando isso acontece, chamo logo o linguarudo para uma conversa. Não tolero alguém que incentiva os outros a perder tempo com bobagens.






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