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Saber ou não saber português – do que estamos falando de verdade?


Cristina A Schumacher
Cristina A Schumacher é escritora, coach, palestrante, tradutora, avaliadora e empresária. O foco de seu trabalho é a consciência da língua. Além de português, língua materna, Cristina fala fluentemente inglês, francês, alemão e espanhol e tem conhecimentos acerca de diversos outros sistemas linguísticos. Desenvolveu o conceito da Gestão da Palavra e com ele a noção de que as palavras fazem muito mais do que comunicar. Cristina é autora de 24 livros na área de ensino-aprendizagem de idiomas. Bacharel em tradução - Inglês/Alemão/Português pela PUCRS, e Especialista em Marketing e Mestre em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração da UFRGS, Cristina tem ainda formação em StoryTelling com JamesMcSill pelo McSill Studio, Reino Unido. Com certificados de proficiência em vários idiomas, Cristina trabalhou em institutos de idiomas, tendo criado o Senac Idiomas no Rio Grande do Sul, e atuou também como docente em algumas universidades. Foi membro do Departamento de Ciências Administrativas da UFRGS. Desde 1997 dirige também sua empresa, a Alinca Comunicação Internacional. Coaching para aprender inglês Is that a thing? It is. Em 10 horas você pode aprender e entender o que anos de cursos de inglês não conseguiram te ensinar. Como? Cristina Schumacher desenvolveu as ferramentas Questiontool© e Gramática Intuitiva© a fim de ensinar inglês de um jeito novo: a partir da língua que nascemos falando. Pensando sobre as palavras e o que elas fazem, a coach Cristina conscientiza sobre semelhanças e diferenças entre inglês e português, sem tradução!, e faz você entender inglês a passos largos. O método consegue estabelecer um caminho inédito que empodera e desenvolve autonomia comunicativa. Nada de Open your book on page.... Sem fazer uso de livros texto, e sim trabalhando com conteúdos diretamente relacionados com a área de interesse do aluno, com essas novas ferramentas acontece um desbloqueio. Os traumas ficam para trás e o processo de aprendizagem é reconstruído.



Saber ou não saber português – do que estamos falando de verdade?

 

A mistura de culpa por - e certeza de - “não saber português” cria em nós uma série de vantagens duvidosas. Duvidosas porque se limitam a beneficiar um pequeno número de pessoas apenas. Pessoas que publicam obras que exploram as regras sem nos dar qualquer margem de compreensão do porque, afinal, “erramos” tanto e sabemos “tão pouco”. E nada mais.

Quando se fala de erro no idioma materno, é importante reconhecer que, como nascemos falando a nossa língua, temos dentro de nós um conhecimento intuitivo sobre essa língua que é altamente confiável. Com base neste conhecimento intuitivo podemos explorar o mundo da palavra e nos apropriarmos da língua que falamos. É o ingresso em um mundo fascinante e insuspeitado onde cada coisa que dissemos conta, e onde sentimos os efeitos dessa constatação a cada momento.

 

Ao contrário do que se espera que seja o pensamento corrente em tempos de inédita abundância e disponibilidade de informação, sob a constatação de “não saber português” abrigamos uma série de crenças que podem ser muito destrutivas. A que mais nos interessa aqui, tão camuflada de disciplinada e portadora de boa imagem quanto insidiosa e produtora de baixa autoestima, é aquela que diz respeito ao que é correto no falar e no escrever. Como se, por usarem veículos parecidos, apenas para citar um exemplo, a palavra escrita e a falada fossem iguais. Como se dependêssemos, necessariamente, de um avaliação externa para ter uma permissão de uso em nossa comunicação, realizada na língua que crescemos falando, e que é produzida em contextos tão diversos que extrapolam em muito a noção de correção e de erro.

Parece que nós brasileiros atingimos o estado da arte da repressão e da falta de esperança nessa área. Nós mesmos nos reprimimos, nós mesmos nos frustramos, convencidos de incompetência inata e irremissível (que não podemos salvar). Quantas vezes ouvimos – e quantas dissemos, nós mesmos – que não sabemos português? Que erramos continuamente?

Mas veja: não há melhor veículo do que o idioma próprio e a visão generalizada sobre ele para fortalecer – ou enfraquecer - o sentimento de inferioridade e passividade de um povo. Fazer com que seus cidadãos falantes acreditem que não sabem falar a língua que falam. E não parece mesmo absurdo, dito assim? É tema para muito debate…

 

 






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Palavra, Intuição e Poder

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