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A gestão do social nas organizações empresariais


Jorgete Leite Lemos
• Há vinte e cinco anos dirige o seu próprio negócio de Consultoria, uma das pioneiras na atuação na área de Gestão do Social nas organizações empresariais, Benefícios, Responsabilidade Social Corporativa, e Realinhamento desses processos à estratégias da organização , a “ Jorgete Lemos Pesquisas e Serviços ”. • Pesquisadora produz e dissemina conhecimento. Conferencista e Consultora Organizacional em âmbito nacional. • Ação na área de Recursos Humanos em nível corporativo na gestão das áreas de Serviço Social e Benefícios, nas empresas Souza Cruz (Região Sudeste: RJ/MG/ES/DF) e COPERSUCAR/Companhia União dos Refinadores de Açúcar e Café (em âmbito nacional). • Pioneira no país na difusão de conceitos tais como "Gestão do Social nas organizações empresariais" , do Assistente Social como Administrador de Recursos Humanos e Sociais e Consultor Interno, conforme registros no Escritório de Direitos Autorais EDA do MEC. • Inovou e teve "moção" de reconhecimento pelo Ministério do Trabalho - RJ, por seu trabalho sobre Mapeamento e Monitoramento de Riscos Sociais. • Articulista tem mais de uma centena de artigos publicados em revistas e jornais especializados em negócios e gestão de pessoas no país, compilados pela publicação “Ações Precursoras à Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável”, ABRH Nacional –2008, e em revistas de edição eletrônica. • Autora do livro: Assistente Social - administrador de recursos humanos e sociais, publicado pelo CBCISS Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio de Serviços Sociais RJ. • Coautora dos livros: Serviço Social Ideias e Tendências em Empresas e Saúde, CBCISS Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio de Serviços Sociais. Manual de Gestão de Pessoas e Equipes, Capítulo Cidadania Empresarial Alavancando a Responsabilidade Social Corporativa, Editora Gente SP, 2002. Manual T&D, Capítulo Treinamento para Voluntariado, Editora Pearson SP, 2006. Manual T&D, Capítulo Gestão da Diversidade, Editora Pearson SP, 2013. • Docente de cursos de Aperfeiçoamento, Especialização e MBA, na Integração Escola de Negócios e Instituto Business Group.



E de que Social estamos falando?

O Social nas organizações empresariais é um exemplo de dilema na Gestão de Pessoas; para uns, ele é negado, desconsiderado, pois não está elencado entre os ativos tangíveis, mas para outros, o valor está justamente nessa característica; o intangível que se materializa nas conseqüências percebidas (falta de engajamento, conflitos interpessoais, antagonismos...), tal qual o topo de um iceberg, cujas causas ficam submersas, corroendo o ambiente, e gerando despesas.
O Social a que nos referimos é o mesmo destacado por Peter Drucker ao dizer: “social é a superfície da existência humana”.
O Social é o resultado das interações que ocorrem em todos os espaços de convivência do ser humano, em todos os níveis hierárquicos ou sociais. Dessas interações resultam produtos, caracterizados pelo nível da qualidade das condições internas e externas a esses indivíduos, autores e atores nesse processo interativo.

Social não é problema.

Assim sendo, cai aqui um dos mitos que entravam o reconhecimento do valor do social, que é a caracterização do social como “problema”. Social não é problema. Social, em princípio é resultado de interações de seres humanos com potenciais a serem aproveitados e valorizados, e que se tornam problemas, despesas, quando subutilizados, ou gerenciados por Lideranças que não foram informadas que iriam gerenciar pessoas, também, além de recursos materiais, financeiros, tecnológicos. Preparar as Lideranças para a gestão de pessoas, e do social, é vital para as organizações e esse é mais um espaço de ação do Serviço Social Organizacional, mas falta realinhar e reposicionar os conceitos e práticas implantados em nossas mentes, quanto ao Social, Serviço Social e Assistente Social.
A história do trabalho do Assistente Social, como prática de assistência social, filantropia foi tão forte que até hoje, algumas pessoas ainda estão fixadas nesses conceitos do século XIX/XX. Implantado no setor empresarial, um meio bastante diverso daquele das comunidades carentes, o Serviço Social tem o desafio de demonstrar formas inovadas de ação que agreguem valor ao negócio, desenvolvendo pessoas.
Mas, profissionais de visão, que atuam na área de Serviço Social em Organizações:
econômico-produtivas, de manutenção, adaptativas, político- administrativas, sabem que todas tem uma característica em comum que é a de ser:  “ Um sistema social complexo, que deve ser estudado como sistema total, para se compreender,verdadeiramente, o comportamento individual”- Edgard Schein. Este conceito nos fortalece para declarar a queda de outro mito: sendo um sistema social, a organização é humana, em constante interação; ela nasce, cresce, tem crises, supera-as ou não ; ela é frágil e precisa ser cuidada por profissionais que detém a tecnologia da gestão do social, que podem  auxiliar a delinear estratégias para a humanização do ambiente, com o aprimoramento da Competência Social: são os Assistentes Sociais, que a tratam como cliente organizacional.
O Assistente Social tem que aproximar-se e dialogar com a Alta Direção das organizações , pois somente assim, as organizações assumirão outro posicionamento sobre a importância de sua ação.


Assistentes Sociais alinhados com a atualidade e futuro:

Esses profissionais alinham seus planos de ações às demandas constantes no Planejamento Estratégico da Organização, nos Planos das Áreas, indagando: como o Serviço Social pode e deve contribuir para concorrer para o alcance dos objetivos da organização, sem perder de vista a convergência entre valores organizacionais, e valores do público interno, empregados em geral, parametrizados pelos valores predominantes na sociedade, e reconhecidos por Organizações direcionadoras. (ONU,OIT,UNESCO)


O “Assistente Social 2020/2050”:

É um profissional atento ao desenvolvimento “holístico” (integral) dos indivíduos. Este profissional entende como prioridade a atenção e o provimento de respostas às demandas do cliente organizacional, dos clientes setoriais (gestores) e consequentemente, da totalidade das pessoas na organização.

Três desafios a serem ultrapassados por esse profissional:

1.    Reposicionar a imagem do social, de carência para potencialidade,
2.    Preparar parceiros estratégicos, os gestores, para a co-gestão do social e
3.    Liberar-se da operacionalização de tudo o que outros profissionais abrem mão, porque não é importante para eles, e focar em outros níveis de ação: estratégico e tático.


Principais atribuições do Assistente Social em uma organização:

•    Política de Serviço Social
Elaboração, implantação de políticas relacionadas às questões sociais, internas aos empregados e geradas pelo ambiente organizacional, visando qualidade de vida e gestão de riscos sociais que impactem na produtividade e lucratividade
•    Gerenciamento de Riscos Sociais
Planeja, implanta e desenvolve técnicas relativas ao mapeamento, monitoramento, controle dos riscos sociais e sua delimitação.
•    Dissemina a cultura da gestão de riscos sociais como processo integrado à Segurança do Trabalho e Saúde.
•    Plano de Análise Contingencial:
Prepara os empregados e seus dependentes para visão e ação proativas, com a redução da probabilidade de situações de exceção, sinistros, e com a autonomia possível.
•    Monitora resultados com redução de perdas por absenteísmo e despesas com ações
corretivas.
•    Atua em parceria com os profissionais dos demais processos de Gestão de Pessoas,
desenvolvendo atividades sociopedagógicas, encorajando e apoiando hábitos e estilos de vida que promovam segurança, saúde e autodeterminação, estendendo tais práticas aos  dependentes.
•    Emite parecer técnico sobre questões sociais em acompanhamento, subsidiando aos
gestores das áreas clientes, e aos profissionais de Gestão de Pessoas, Segurança e Saúde na análise e tomada de decisão na gestão de riscos ambientais, principalmente nas atividades, operações e locais de  alto risco.
•    Executa análise dos dados relativos à saúde ocupacional, acidentes, causas, falhas não     
conformidades,influenciadas por riscos sociais.
•    Desenvolve ações necessárias ao pronto atendimento do empregado articulando-se
com os recursos externos de prestação de serviços específicos ao caso, com a família/outras pessoas de convivência,sempre em parceria com a áreas de Segurança,Saúde e Gestores das áreas clientes


A prestação de serviços ocorre em dois níveis:

Consultoria Interna:
•    Realiza visitas técnicas às áreas clientes e assessora aos gestores e aos empregados com informações proativas e preventivas.
•    Identifica e forma multiplicadores.






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