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Viver ou Poupar?


Christiane Monteiro
É graduada em economia pela Universidade Estácio de Sá. Possui formação em coaching pessoal, profissional e financeiro pela Universidade Corporativa de Coaching, é pós-graduada em psicologia positiva: uma interação com o coaching pelo Centro de Psicologia Aplicada e Formação – CPAF/RJ. É sócia fundadora da MAISMONEY, onde atua como Coach Financeiro, consultora financeira e realiza palestras e worshops. Atendimentos realizados em diversos locais com foco em educação financeira e planejamento - Escola de Educação Financeira - Rio previdência, Clínica Financeira Fabiano Calil SP, Clínica Financeira na ExpoMoney. Para mim a riqueza deve ser mais do que acumulação de dinheiro e bens. Na verdade, a palavra rico encontra suas raízes no bem estar e na experiência de uma vida rica e gratificante. E hoje, estudos apontam que o desequilíbrio financeiro é uma das principais fontes de preocupação, estresse, depressão, ansiedade, baixa autoestima, alteração no humor, problemas de saúde física, em geral psicossomática , além de afetar diretamente a saúde emocional, espiritual e até prejudicar o relacionamento familiar e profissional. Contudo precisamos buscar a harmonia de nossa vida financeira, afim de que esta não gera conflitos pessoas e profissionais que, em geral, são observados com a queda de produtividade no ambiente de trabalho. Minha missão é ajudar meus clientes na construção e realização dos seus sonhos, na mudança de comportamentos disfuncionais, no que tange a tomada de decisão financeira, que vem através do treino e conscientização. É colaborar para que os indivíduos, famílias e organizações adquiram e aloquem seus recursos financeiros alinhados com seus valores e perfis. Com a finalidade de transformar a relação entre o dinheiro e a vida, gerando prosperidade, realização financeira e pessoal.



No Brasil a expectativa de vida vem crescendo ao longo das décadas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), nos anos 70 nossa expectativa de vida era até os 59 anos. Hoje, a expectativa já alcança os 73 anos, ou seja, um aumento de 24% na média de vida dos brasileiros.

Quando nos deparamos com esses números e percebemos o avanço da tecnologia e da medicina, a tendência é que vivamos muito mais. Planejar o futuro torna-se cada vez mais um assunto de extrema importância e necessidade.  Porém esse assunto para o brasileiro está longe de ser popular e prazeroso, ainda não compreendemos a velhice como um presente da evolução econômica, tecnológica e da medicina, e se aliada com uma boa educação financeira pode ser vivida da melhor forma possível.

Outro engano recorrente é com relação a recebimentos constante de renda, a tão sonhada “segurança financeira” o caso clássico dos funcionários públicos. Quando passamos a receber uma renda de forma segura e constante temos o mau hábito de acreditarmos que tudo está resolvido e que não precisamos planejar a aposentadoria e consequentemente não precisamos mais poupar.

Está é uma visão completamente distorcida da realidade, no momento que passamos em um concurso público de fato facilitamos a nossa vida, criamos um fluxo constante, assim fica mais fácil de planejarmos e pouparmos. Pois não corremos o risco de uma demissão inesperada, de uma queda no salário repentina. Porém quando pensamos em aposentadoria, precisamos criar vários cenários para tomarmos as melhores decisões.

Quem nunca escutou a história de um funcionário público que tinha uma vida muito confortável e com o passar dos anos, sem que percebesse esse conforto foi reduzido. Nós temos na economia um medidor do aumento dos preços que chamamos de inflação, que hoje é controlada, porém existe e é natural que exista. Quando nosso salário não é reajustado ao menos no mesmo patamar da inflação nós perdemos poder de compra com o passar do tempo. Quantos funcionários públicos não viveram e vivem esse dilema, anos sem aumento e salário defasado. Conseguimos então notar que o grupo de pessoas que possuem fluxo de renda constante precisa planejar o futuro e pensar na aposentadoria.

Essa dificuldade de planejar o futuro vem de uma cultura de pouca educação financeira, de uma sociedade que recentemente viveu um histórico de hiperinflação onde o consumo era imediato, e junto a essa realidade ainda temos ou tínhamos uma cultura de altas taxas de juros. Essa realidade trazia uma facilidade na rentabilidade de investimentos com riscos reduzidos

Assim cristalizamos uma cultura errônea, onde o poupar se contrapõe a viver. Planejar a aposentadoria não significa sacrificar a juventude, para viver bem nos anos maduros com a riqueza construída. É necessário que a população brasileira perceba que os tempos mudaram, que a hiperinflação já não é um fantasma nos dias de hoje, e  que a alta rentabilidade dos investimentos também estão prestes a acabar.  Assim, já não é mais necessário o consumo imediato com medo da inflação e é de extrema importância a formação de uma poupança que assegure uma renda para o momento da aposentadoria. Porém se existe segredo para uma vida financeira saudável e feliz é o equilíbrio, poupar hoje não significa deixar de viver e comer aquela pizza no final de semana com seus amigos, viver hoje não significa torrar todo dinheiro do mês em saídas e baladas esquecendo que existirão necessidades futuras. 

Precisamos incorporar em nossas finanças planejamento, metas, assim fica mais fácil viver hoje e poupar para amanhã.  Você já parou para pensar em sua aposentadoria? Quanto deseja ter de renda? Como fará para conquistar essa renda? Muitas pessoas dão a desculpa da falta de equilíbrio financeiro com pensamentos como “ Depois a gente morre e deixa tudo aí”. E se você morrer aos 80, o que fará? Que hospital irá utilizar? Você poderá pagar suas medicações caso precise? E se tiver uma saúde de ferro, que lugares irá de conhecer? Ou irá gastar o resto dos seus anos em frente à televisão assistindo tele novela porque gastou todo seu dinheiro na juventude?

Organize as suas finanças, crie uma planilha orçamentária e comece definindo o seu padrão de vida hoje. Mas como faço isso? É bem simples, pegue como referência o valor líquido da sua renda e retire pelo menos 10%. Você irá calcular os seus gastos com base nesse valor, defina também um gasto para saídas, lazer, assim ficará mais fácil para se policiar.

Um outra dica bem bacana é para a hora das compras, se você deseja adquirir algo, antes de efetivar a compra pergunte:  

- O que você deseja comprar?

- Você possui dinheiro para comprar a vista esse bem?

- Se não possui essa quantia, quanto vai custar a mais por comprar financiado?

- A prestação somada as suas despesas mensais, está confortável de forma que continue sobrando ao menos 10% da sua renda, para que assim você continue poupando e investindo?

- O que esse bem vai trazer de melhoria para a sua vida?

- O que esse bem pode trazer de negativo para a sua vida?

- Existe algum bem similar mais barato e que satisfaça a sua necessidade?

- Você realmente precisa desse bem, ou pode viver sem ele?

 






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