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Torne sua empresa uma geradora de conhecimento


Prof. Jonny
Jonny é engenheiro mecânico, mestre e doutor em engenharia. Desde 1993, é professor da UFSC- Universidade Federal de Santa Catarina. Tem especialização pelo Kyushu International Center (Japão). Foi pesquisador visitante junto à Universidade de Lancaster, Inglaterra. Durante a EXPO2000, seu trabalho de doutorado recebeu reconhecimento com o Prêmio Shaping the Future, pela Universidade de Hannover, Alemanha. Tem mais de 40 artigos publicados entre congressos nacionais e internacionais nas áreas de Projeto e Inteligência Artificial. É co-autor do livro: Projeto integrado de produtos: planejamento, concepção e modelagem. Coordenou projetos de P&D para empresas como Petrobras, TBG e SCGAS, ministrou cursos para empresas como WEG, Embraer e Bosch. É coordenador do NEDIP-Núcleo de Desenvolvimento Integrado de Produto, e subcoordenador do PosMEC- Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Foi coordenador do curso de graduação em engenharia mecânica da UFSC, e diretor do DIP - departamento responsável por estágio desta universidade. Master Coach pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching - PNL Practitioner (Metaforum International). Palestrante do II Congresso Brasileiro de Coaching em São Paulo. Jonny também realizou a palestra de encerramento do I Congresso Nacional de Engenharia da Mobilidade, Joinville. Proferiu palestras de cunho técnico no Brasil e no exterior. Há mais de 25 anos, membro da Comunidade Internacional Baha´i, com ações voltadas para: cultura de paz, direitos humanos, educação, relações internacionais entre outros temas.



Entre as organizações mais avançadas, é comum dizer que vivemos na era pós-industrial, onde a principal riqueza advém do trabalho criativo e não mais do esforço físico, em grande parte executado por máquinas. A questão é: quanto sua organização está, realmente, vivenciando este modus operandi?

Dependendo do setor em que você trabalhe, é possível que sua organização já esteja completamente imersa nesta prática ou nem tanto. O fato é que afloram exemplos de organizações que tiveram a capacidade de se adaptar, inovar e sobreviveram enquanto algumas, que não tiveram esta mesma capacidade, pereceram ou estão em “rota de colisão”.  Além destas, existem aquelas que nasceram nesta era do conhecimento.

Talvez uma das principais causas seja a falta de identificação do colaborador com a missão ou visão de sua organização, ou mesmo a ausência de definição de elementos vitais como este.

Independente de qual for a situação, alguns exemplos comprovam de que quando a organização e o colaborador estão dispostos a gerar conhecimento, o cenário torna-se vencedor.

Neste sentido, uma das experiências mais gratificantes de ter morado no Vale do Silício, na Califórnia, foi visitar a sede da Google. Entre as características que presenciei, estava evidente tratar-se um ambiente extremamente diverso, apenas como exemplo, meu anfitrião era alemão casado com uma angolana, algo típico da região. O cenário incluía uma série de espaços que propiciam aos colaboradores momentos de relaxamento onde eles podem conversar com outros colegas, lanchonetes, quadras de esporte, entre outros pontos. Enfim, parece que tudo é feito para o colaborador “sentir-se o mais à vontade possível”, palavras do meu anfitrião. Mas você deve estar pensando, sim, e daí, o que isto tem a ver com o tema?

O mais interessante foi a resposta do meu anfitrião à minha pergunta sobre o “projeto 20% de tempo”. Se você não conhece este projeto, em linhas gerais trata-se do seguinte, um colaborador da Google pode dedicar até 20% de seu tempo de trabalho para um projeto seu, desde que demonstre ao líder direto que este projeto tem potencial para empresa. A minha pergunta foi se este tempo incluía o que a empresa liberava seus colaboradores para realizar mestrado ou doutorado, tendo em vista a proximidade com grandes universidades, sobretudo Stanford, de onde vieram seus dois fundadores. Para minha total surpresa, meu anfitrião respondeu que o “projeto 20%” era além do tempo que a empresa liberava para os estudos.

Bem, a despeito das controvérsias recentes, facilmente encontradas na web, sobre até quanto este projeto ainda é aplicado. O ponto aqui é que este pode ser um modelo interessante a ser estudado. Obviamente, não estou sugerindo que sua empresa adote este modelo totalmente, mais o primeiro passo é estudá-lo! Em seguida, tanto como colaborador quanto como líder, você pode avaliar que estratégias, a médio e longo prazos, podem ser aplicadas que torne a empresa uma geradora de conhecimento, e acima de tudo realize ações no curto prazo nesta direção.

Reflita sobre isto, e sucesso em sua carreira!

Profº Jonny.






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