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Agenda da Copa, eleições e a economia brasileira


Celina Ramalho
Doutora em Economia de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, ministra atualmente as disciplinas Internacionalização de empresas, Macroeconomia e Visão econômica do mercado. Sócio-diretora da Semear Consultoria, tem como clientes a Fenabrave, Laboratório Leme, Medtronic, Living Construtora, Sebrae São Paulo, Interfarma, dentre outros. Celina realiza palestras em eventos de entidades da indústria e comércio, em empresas e em autarquias do governo. Os conteúdos são personalizados seguindo a área do tema do evento e a área de atuação do público-alvo. Os principais temas abordados são cenários para a economia do Brasil e mundial, oportunidades e riscos para se investir nos Brics (Brasil, Rússia, Ìndia, China e África do Sul) e países tradicionais, inteligência de mercado, economia do agronegócio, da saúde, dentre outros temas. Em 2013 participou de um painel no seminário internacional “The Growth Net”, no Taj Palace, em Nova Déli, na Índia. Organizadora do seminário “LAPORDE” (Latin American Programme on Rethinking Macro and Development Economics) em 2009, 2010 e 2012 na FGV-SP em parceria com a Cambridge University. Celina foi a Coordenadora Científica Nacional do XX Congresso Brasileiro de Economia, ocorrido em Manaus, cujo tema foi Economia Verde e Meio Ambiente. Membro do The Growth Net, com reuniões anuais na Índia. Em sua trajetória acadêmica e profissional Celina Ramalho desenvolveu a expertise de interpretar e projetar os caminhos da economia. Nas palestras cita as tendências da economia mundial, levando em conta os países tradicionais e os em desenvolvimento, dando destaque para o Brasil neste cenário de mudanças constantes. Seus prognósticos são baseados em fatos econômicos, políticos e sociais, e acertados em termos de tendências. As palestras são personalizadas para o contratante, dando destaque à análise do mercado de atuação dos participantes do evento.



A agenda de 2014 marcada pela Copa do Mundo sediada no Brasil, e pelas eleições presidenciais, influencia expectativas em relação à economia.

Consumidores e empresas sinalizam comportamentos antes e depois. Todos eles têm suas dúvidas sobre em que investir, o que comprar, usar crédito, e tantas outras incertezas que pairam no mercado. Mas para estimarmos os rumos da economia brasileira como referência de tomada de decisões, a visibilidade deve alcançar o longo prazo.

No curto prazo, os dias atuais são de incertezas, estagnação e até mesmo oscilações negativas. Esta expectativa é desnecessária, se considerarmos as tendências de longo prazo da economia brasileira, as quais apontam o crescimento econômico como cenário mais provável.

A presença do Estado atende às necessidades de políticas públicas e da regulamentação que define os planos de investimentos em infra-estrutura e financiamentos agrícolas e empresarias, bem como os projetos sociais.

A economia brasileira caminha na direção de novas tecnologias acessíveis para as empresas e para as famílias. Estes parâmetros aceleram os resultados da produção das empresas, inclusive através da melhoria do capital humano.

Na teoria do crescimento econômico o capital humano é cumulativo. E por sua vez, investimentos em tecnologias e infra-estrutura, ainda que esta última tenha depreciação, em algum momento a poupança encontra e posteriormente ultrapassa a necessidade de investimento. Ou seja, no longo prazo teremos somado capital humano e capital fixo, as duas variáveis do crescimento econômico. Isso tudo garantido, pois os avanços são irreversíveis.

Em estudo recente a Price Waterhouse & Coopers utilizou dados do Banco Mundial que apontam as tendências das economias do mundo. O Brasil, que hoje é a 7ª economia do , será a 6ª em 2030 e a 4ª. em 2050, abaixo da China, Estados Unidos e Índia. Os dados sociais e econômicos do Brasil também caracterizam muitas alternativas favoráveis quanto à política econômica, que mesmo tendo que ajustar contas do governo e preços represados de energia e combustíveis, tendem a, ao mesmo tempo, controlar a inflação. Classe média somando 55% da população, nível de miserabilidade abaixo de 15%. Isso aponta, além das tendências da economia mundial e brasileira, que não temos tempo a perder com pessimismo. Temos sim a utilizar o nosso tempo em favor de projetos e planejamento estratégico para médio e longo prazo, tanto como empresas como indivíduos. Mãos à obra com essas grandes referências que temos além da agenda de Copa e eleições!






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